Estratégia de investimento

A oportunidade climática: um passo à frente da transição para as zero emissões líquidas na América Latina

Apr 15, 2022
Este artigo foi escrito pelo Economist Impact, com o apoio do J.P. Morgan.

Os investidores latino-americanos devem esperar uma migração na demanda, de indústrias de alta emissão para outras mais sustentáveis

A mudança do clima está remodelando a economia global, afetando a produção em indústrias altamente dependentes de recursos naturais e alterando a demanda dos consumidores. Enquanto os países procuram reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), e os consumidores buscam produtos e serviços mais sustentáveis, a demanda está migrando das indústrias de alta emissão para alternativas mais sustentáveis. Os investidores globais reconhecem esta oportunidade: fundos sustentáveis atraíram um recorde de US$ 69,2 bilhões líquidos em 2021, um aumento de 35% comparado com 2020, ano do recorde anterior.1

No entanto, os investidores ainda não reconheceram por completo a oportunidade representada pela transição para as zero emissões líquidas na América Latina. Hoje, a região contribui com apenas 2% das emissões globais de títulos verdes.2

Com um capital natural imenso e uma população urbana em crescimento, a América Latina pode se tornar um player fundamental na economia verde. Desde a agricultura sustentável até a energia e o transporte limpos, o investimento em indústrias de baixa emissão e em serviços de ecossistema pode se tornar um caminho para os investidores latino-americanos que buscam crescimento de longo prazo. Este artigo explora como a demanda por alternativas de baixo carbono está gerando oportunidades em alguns dos principais setores econômicos da América Latina, que também se beneficiam dos ativos naturais únicos da região. Nossa pesquisa descobriu que:

  • A transição para as zero emissões líquidas pode reduzir a produção estimada de petróleo e gás até 2050, pois a dependência menor de combustíveis fósseis acelera a adoção de energias renováveis.
  • A emissão de títulos verdes na América Latina mais do que dobrou nos últimos dois anos e está ajudando a financiar projetos em energia renovável, transportes e uso do solo.
  • O setor pode se adaptar à mudança na demanda com a ajuda de investimento em tecnologias agrícolas e práticas sustentáveis, que melhoram a produtividade das lavouras, resolvem o desperdício de alimentos e aprimoram a pecuária.
  • Um dos poucos sumidouros de carbono do mundo, a Bacia Amazônica contribui para o imenso potencial da região de sequestrar carbono da atmosfera e está posicionada para se tornar líder nos mercados voluntários de créditos de carbono.

Mudanças na demanda e riscos geopolíticos nos mercados de energia geram oportunidades para as energias renováveis

Para limitar os impactos da mudança climática, os países precisam zerar as emissões líquidas, equilibrando a quantidade de GEE produzida e removida da atmosfera. Para atingir as zero emissões líquidas, os países precisarão alterar a demanda de operações intensivas em carbono para alternativas com menos emissões. No setor energético, que é hoje fonte de 46% das emissões latino-americanas, seria preciso depender menos de combustíveis fósseis e aumentar a demanda por geração de energia a partir de fontes renováveis, hidrogênio e biocombustíveis.3,4

Esta mudança desafiaria a indústria de petróleo e gás, que historicamente responde por um percentual importante do PIB da região. Estimativas sugerem que, em 2050, os volumes de produção de petróleo e gás podem ser 55% e 70% menores do que são hoje.5  A região registrou uma queda constante na receita com petróleo na última década. Em média, a renda do petróleo6  na América Latina representa hoje 1,7% do PIB, em comparação com 3% em 2010. Em países como o México, a receita do petróleo já caiu para menos da metade nos últimos 10 anos (Figura 1).

Fonte: World Bank (2019) World Economic Indicators.7
A Figura 1 mostra a porcentagem do PIB das receitas do petróleo para México, Brasil, Colômbia e região da América Latina e Caribe entre 2010 e 2019. O gráfico mostra um declínio da renda petrolífera do México de 4% em 2010 para 1,8 em 2019. Para o Brasil, as receitas do petróleo aumentaram de 1,5% para 2%, enquanto a Colômbia teve uma queda de 4,4% para 3,7%. No geral, a região viu um declínio na renda do petróleo de 2,9% para 1,7% entre 2010 e 2019.

A alta brusca nos preços de petróleo e gás e os riscos geopolíticos cada vez maiores associados à dependência de combustíveis fósseis pode acelerar a adoção de energias renováveis. Com a perda de estoques por causa de invasão russa à Ucrânia, os renováveis estão tendo um ótimo desempenho, pois os investidores estão buscando alternativas energéticas para fazer frente à escalada nos preços de energia.8 As indústrias devem descontinuar os combustíveis fósseis, fazendo com que a América Latina passe por uma transformação energética. Esta mudança exigirá investimentos consideráveis em fontes renováveis e limpas de energia, o que representa uma oportunidade de longo prazo para os investidores.

A emissão de títulos verdes na América Latina mais do que dobrou em dois anos, possibilitando a transição da região para as zero emissões líquidas

Colocando esta transformação em números, a International Finance Corporation (IFC) estima que a oportunidade de investimento em infraestrutura de energia renovável na região totalize US$ 555 bilhões até 2030, ou mais do que 12% do PIB atual da região.9

Grandes fundos de ativos com mandatos ASG, seguradoras e fundos de pensão estão contribuindo para o crescimento do mercado de títulos verdes na região. Os títulos verdes — instrumentos de dívida criados para financiar projetos que têm um impacto ambiental e/ou climático positivo — se tornaram um elemento fundamental de investimento ambiental, social e em governança (ASG). A emissão de títulos verdes na América Latina mais que dobrou em menos de dois anos — de US$ 13,6 bilhões em setembro de 2019 para US$ 30,2 bilhões no final de junho de 2021.10 Metade destes recursos está dedicada a projetos de energia renovável (principalmente solar e eólica).

O Brasil é o maior mercado de títulos verdes da região, com emissão acumulada de US$ 10,3 bilhões, seguido do Chile (US$ 9,5 bilhões) e do México (US$ 4 bilhões). Vários países estrearam no mercado de títulos verdes nosúltimos dois anos — Barbados, Bermuda, Equador e Panamá — elevando para 14 o número de países emissores na América Latina e no Caribe (ALC).11  Mas este mercado ainda é incipiente. A ALC responde por apenas 2% das emissões globais de títulos verdes, enquanto na Europa este número chega a 40%.12

O setor de energia é o que mais recebe financiamento no mercado de títulos verdes, mas há várias outras indústrias que representam oportunidades na economia de zero emissões líquidas, inclusive transportes e uso do solo (Figura 2). No Chile, por exemplo, a maioria dos títulos públicos emitidos recentemente são para transporte verde, incluindo as novas linhas de metrô do Sistema de Transporte Público Metropolitano de Santiago.13 O uso do solo, setor muito mal financiado em todo o mundo, representa mais de 10% das emissões na ALC. A maioria destes títulos financia projetos certificados em agricultura, silvicultura e papel, principalmente do Brasil. No entanto, há outros setores importantes que continuam inexplorados. Edificações e água, dois dos setores mais financiados no mundo, estão entre os que menos recebem recursos na América Latina.14

Fonte: Climate Bonds Initiative, 202015
A Figura 2 mostra a emissão de títulos verdes na América Latina por setor, com 44% de emissão de títulos no setor de Energia, 28% em Transporte, 12% Uso do solo, 6% Edifícios, 5% Água, 2% para Água e Indústria, e 1% para TIC.

O surgimento de setores de baixa emissão cria novas oportunidades para investimentos na região

Mudanças na demanda energética também podem impactar o setor da agricultura, pois os biocombustíveis estão rapidamente se tornando um setor de alto crescimento. Um relatório sobre a demanda da região por biocombustíveis ilustra esta trajetória. Enquanto as exportações latino-americanas de produtos agrícolas, como óleo vegetal, açúcar e cereais, cresceram menos de 4,5% ao ano na última década, os setores “bio” com valor agregado mais alto, como biocombustíveis, bioplásticos e biofertilizantes, cresceram em média 25%, 20% e 14% ao ano, respectivamente, nos últimos cinco anos.16

Fonte: IIASA NGFS Climate Scenarios Database, modelo REMIND-MagPIE.17
A Figura 3 mostra como a cobertura da terra mudaria em um cenário de emissões zero até 2050. As florestas passariam de uma cobertura de terra de 3.988 milhões de acres em 2020 para 4.152 em 2050, culturas energéticas de 7,7 milhões de acres para 178, pastagens de 3.198 para 3.120 milhões de acres e culturas alimentares de 1.569 para 1.462 milhões de acres.

A demanda maior por biocombustíveis pode fazer com que os agricultores reduzam as áreas para cultivo de alimentos e pasto para dar espaço para estas culturas rentáveis (Figura 3).18 Para manter a produção de alimentos, a região precisaria investir em agricultura sustentável para aumentar a produtividade das lavouras, eliminar o desperdício de alimentos, implementar o rastreamento de alimentos e adaptar a tecnologia para a pecuária.19

Novas tecnologias agrícolas (AgTech) poderiam resolver vários problemas do setor, entre elas novos sistemas de produção, tecnologias de proteção e genética de lavouras e animais, além de tecnologias de processamento, logística e distribuição de alimentos. O setor de AgTech também é um dos mais promissores para investidores. Nos Estados Unidos, o investimento em tecnologias agrícolas disparou 41% em 2020, chegando a US$ 7,9 bilhões, US$ 2,3 bilhões a mais do que em 2019.20 Dentro deste universo, empresas de biotecnologia agrícola, em especial, chamaram a atenção dos investidores, com 173 transações, um aumento de 58%. 

Este setor continua fora do radar dos investidores latino-americanos, mas a região se beneficiaria muito por ser um dos maiores produtores agrícolas do mundo.21 Dados da Association for Private Capital Investment in Latin America mostram que um total de US$ 35,4 milhões em venture capital foi investido no setor de AgTech em 15 rodadas divulgadas no ano passado. O maior investimento foi realizado na colombiana Frubana, em uma rodada de Série A de US$ 25 milhões no início de 2020.22  No entanto, há mais de 450 start-ups no setor de AgTech da região. A maioria delas se concentra no Brasil (51%), na Argentina (23%) e na Região Andina (18%), que também estão entre os maiores produtores de alimentos da região. Estas start-ups desenvolvem soluções locais em áreas como big data e agricultura de precisão, software de gestão e plataformas de financiamento e para a compra e venda de serviços.

O potencial de sequestro de carbono da América Latina coloca a região na liderança do mercado de créditos de carbono

Além da energia limpa, a demanda por créditos de carbono pode impactar a distribuição do uso do solo na região, uma vez que o valor das florestas aumenta devido ao seu potencial de sequestro de carbono. Os sumidouros de carbono são áreas que armazenam mais CO2 do que liberam, e a América Latina abriga um dos poucos sumidouros líquidos de carbono remanescentes no mundo: a Bacia Amazônica, que se estende por oito países23 e remove 1,2 Gt de CO2 por ano.24

Esta é apenas uma parte do potencial da região. Bastava permitir que florestas estabelecidas crescessem por mais 40 anos, e a América Latina seria capaz de absorver até 31 bilhões de toneladas de CO2 da atmosfera — equivalentes ao total de emissões de carbono a partir do uso de combustíveis fósseis e de processos industriais em toda a ALC de 1993 a 2014.25 26

O grande potencial de sequestro de carbono fez com que a região se tornasse a segunda maior provedora de créditos voluntários de carbono do mundo — pouco menos de 20% do total da oferta mundial de créditos vieram da região em 2020-21 (Figura 4).

Fonte: Ecosystem Marketplace27 28
A Figura 4 mostra o volume de compensação de carbono voluntário transacionado por região do projeto de 2019 a agosto de 2021. África negociou 16,1 MtCO2e em 2019 e 23,9 em 2021, Ásia negociou 45,6 MtCO2e em 2019 e 91,8 em 2021, Europa negociou 1,1 MtCO2e em 2019 e 0,8 em 2021, América Latina e Caribe negociou 15,3 MtCO2e em 2019 e América do Norte 36,6 em 2021 negociou 15,5 MtCO2e e 10 em 2021.
A demanda por créditos de carbono continuará crescendo conforme os países endurecem as regulações para reduzir as emissões de carbono. Somente no primeiro semestre de 2021, o mercado voluntário global de carbono registrou um crescimento de 60% em comparação com 2020, e o valor deste mercado deve atingir um recorde de US$ 6,7 bilhões ao final de 2021. Neste ritmo, análises recentes preveem que a demanda do mercado voluntário de carbono crescerá de cinco a dez vezes na próxima década. Emissões de créditos de carbono de projetos na América Latina atenderão parte desta demanda. Os europeus adquiriram 40% de seus créditos de carbono em 2019 de projetos na ALC.29,30

Os países latino-americanos estão localizados sobre alguns dos depósitos mais valiosos de carbono do mundo. O estoque total de carbono da região é superior a 3,9 trilhões de toneladas, com um valor de mais de US$ 14,5 trilhões com base nos US$ 40/tCO2e determinados no Acordo de Paris. Com base neste preço, o valor do estoque brasileiro de carbono equivale a 10 vezes seu PIB atual, o da Bolívia, a duas vezes o seu PIB, e o da Colômbia equivale a 80% do PIB daquele país. (Figura 5)
Fonte: FAO Global Forest Resource Assessment 202031
A Figura 5 mostra o valor de carbono armazenado em países selecionados da América Latina a US$ 40 por tonelada de emissões de CO2 em 2020. A Argentina tem 25.573.000 ha de área florestal e 162,64 toneladas por acre de estoque de carbono, o valor de seu estoque de carbono seria de 19% de seu PIB ao preço de US$ 40 por tonelada de emissões de CO2. A Bolívia tem 50.833.760 ha de floresta com 76,99 toneladas por acre, estoque total de carbono, o valor de seu carbono equivale a 193% do seu PIB. O Brasil tem 4.9660.196.000 de área florestal com 153,57 toneladas por acre com um valor de 950% do seu PIB. O Chile tem 18.210.700 acres de florestas e 211,17 toneladas por acre de estoque total de carbono, o que equivale a 27% de seu PIB. A Colômbia tem 59.141.910 acres de cobertura florestal com um estoque total de carbono de 204,86 com um valor de 80% de seu PIB. A Costa Rica possui 3.034.870 ha de cobertura florestal com um estoque de carbono de 241,4 com um valor de 21% de seu PIB. O Equador tem uma cobertura florestal de 12.497.830 acres de floresta com um estoque de carbono de 129,4 com um valor de 29% de seu PIB. El Salvador tem 583.880 acres de área florestal com um estoque total de carbono de 261,5 toneladas por acre, avaliado em 9% de seu PIB. O Peru tem uma área florestal de 72.330.370 acres com um estoque total de carbono de 143,21, avaliado em 92% de seu PIB.

Conclusão: um efeito de rede em direção às emissões zero

A mudança climática representa uma ameaça à nossa existência e, se não for resolvida, terá impactos devastadores para o meio ambiente e a economia da América Latina. No entanto, a transição para uma economia de zero emissões líquidas também representa uma oportunidade para os investidores que estão em busca de retorno no longo prazo. A mudança na demanda de bens e serviços com altas emissões para alternativas de baixo carbono pode ter um efeito em rede e levar os recursos de uma indústria para outra. A demanda por fontes de energia de baixo carbono afetará não somente o setor de energia, mas também poderá atingir a agricultura e o uso do solo. Outras alternativas sustentáveis podem ter efeitos semelhantes sobre várias indústrias, desde a gestão de resíduos até a conservação hídrica. Os investidores capazes de prever estes efeitos e fazer investimentos estratégicos colherão o retorno.

 

1 Morningstar (2022) “Sustainable funds landscape report” https://www.morningstar.com/lp/sustainable-funds-landscape-report

2 EU-LAC Foundation (2020) “The potential of the Green Bond markets in Latin America and the Caribbean” https://repository.eafit.edu.co/bitstream/handle/10784/24798/the_potential_of_the_green_bond_markets_in_latin_america_and_the_caribbean_con_vinculos_a_instituciones.pdf?sequence=2&isAllowed=y

3 McKinsey (2022) “The economic transformation: What would change in the net-zero transition” https://www.mckinsey.com/business-functions/sustainability/our-insights/the-economic-transformation-what-would-change-in-the-net-zero-transition

4 Tania Miranda, “NDCs in the Americas: A Comparative Hemispheric Analysis,” Institute of the Americas, 2019. https://user-9sjqssx.cld.bz/Nationally-Determined-Contributions-Across-the-Americas/11/

5 McKinsey (2022), “The economic transformation: What would change in the net-zero transition.” https://www.mckinsey.com/business-functions/sustainability/our-insights/the-economic-transformation-what-would-change-in-the-net-zero-transition

6 A renda do petróleo é a diferença entre o valor da produção de petróleo bruto a preços regionais e o custo total de produção.

7  World Bank (2021), “World Development Indicators.” https://data.worldbank.org/indicator/NY.GDP.PETR.RT.ZS

8  Bloomberg (2021), “Renewables Surge as Putin’s War Fuels Flight to Alternatives.” https://news.bloomberglaw.com/environment-and-energy/renewables-surge-as-putins-war-fuels-flight-to-alternatives?utm_source=rss&utm_medium=NEVE&utm_campaign=0000017f-2d83-d679-af7f-6db779220003

9  International Finance Corporation (2016) “Climate-Smart Investment Potential in Latin America: A Trillion Dollar Opportunity.” https://www.ifc.org/wps/wcm/connect/3e794608-cc7d-4499-9b6f-5342d7b6ddbc/LAC+1Trillion+6-13-16+web+FINAL.pdf?MOD=AJPERES&CVID=lmsI-Rx

10 Climate Bonds Initiative (2020), “Latin America & Caribbean: State of the Market."
https://www.climatebonds.net/files/reports/cbi_lac_2020_pt_02d.pdf

11 Ibid.

12 EU-LAC Foundation (2020), “The potential of the Green Bond markets in Latin America and the Caribbean.” https://repository.eafit.edu.co/bitstream/handle/10784/24798/the_potential_of_the_green_bond_markets_in_latin_america_and_the_caribbean_con_vinculos_a_instituciones.pdf?sequence=2&isAllowed=y

13 Invest Chile (2020) Green bonds: Chile has allocated 24.8% of the US$2,373 million. https://blog.investchile.gob.cl/chile-has-already-allocated-24.8-of-the-us2373-million-issued-in-green-bonds-in-2019

14 Climate Bonds Initiative (2019), “Latin America & Caribbean: State of the Market.”

https://www.climatebonds.net/files/reports/cbi_lac_sotm_19_web_02.pdf

15 Climate Bonds Initiative (2020), “Latin America & Caribbean: State of the Market.” https://www.climatebonds.net/files/reports/cbi_lac_2020_pt_02d.pdf

16 UN Economic Commission for Latin America and the Caribbean (2020), “The Outlook for Agriculture and Rural Development in the Americas: A Perspective on Latin America and the Caribbean 2021–2022(ECLAC).” https://repositorio.cepal.org/bitstream/handle/11362/47209/1/ECLAC-FAO21-22_en.pdf

17 Network for Greening the Financial System (2021), “NGFS Climate Scenarios for central banks and supervisors.” https://www.ngfs.net/sites/default/files/media/2021/08/27/ngfs_climate_scenarios_phase2_june2021.pdf

18 Ibid.

19 Fabian Gosselin (2021), “AgTech Innovation and Investment Opportunities in Latin America.” https://www.supplychangecapital.fund/blog2/agtech-innovation-and-investment-opportunities-in-latin-america

20 Louisa Burwood-Taylor (2021), “Farm Tech Investing Is Accelerating Faster Than Food Tech and General VC—New Report,” Forbes. https://www.forbes.com/sites/louisaburwoodtaylor/2021/07/29/farm-tech-investing-is-accelerating-faster-than-food-tech-and-general-vcnew-report/?sh=6dd9f8874cf0

21 Ibid.

22 Isabella Fleichsman, “Which startup will be the first LatAm agtech unicorn?” https://labsnews.com/en/articles/business/which-startup-will-be-the-first-latam-agtech-unicorn/

23 Bolivia, Brazil, Colombia, Ecuador, Guyana, Peru, Suriname and Venezuela.

24 Nancy Harris and David Gibbs (2021) “Forests Absorb Twice as Much Carbon as They Emit Each Year,” World Resources Institute. https://www.wri.org/insights/forests-absorb-twice-much-carbon-they-emit-each-year

25 Justin Gillis (2016), “In Latin America, Forests May Rise to Challenge of Carbon Dioxide,” The New York Times. https://www.nytimes.com/2016/05/17/science/forests-carbon-dioxide.html

26 Robin Chazdon, Eben Broadbent, Danaȅ Rozendaal, et al. (2016), “Carbon sequestration potential of second-growth forest regeneration in the Latin American tropics,” Science Advances, May 13, 2016. https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.1501639

27 Stephen Donofrio, Patrick Maguire, Kim Myers (2021), “Buyers of Voluntary Carbon Offsets, a Regional Analysis.” https://app.hubspot.com/documents/3298623/view/125182374?accessId=a759f9

28 Ecosystem Marketplace (2021), “EM Data Intelligence & Analytics Dashboard.” https://data.ecosystemmarketplace.com/

29 Stephen Donofrio, Patrick Maguire, Kim Myers (2021), “Buyers of Voluntary Carbon Offsets, a Regional Analysis.” https://app.hubspot.com/documents/3298623/view/125182374?accessId=a759f9; Ecosystem Marketplace, EM Data Intelligence & Analytics Dashboard, updated December 2, 2021.

30 Ecosystem Marketplace (2021), “EM Data Intelligence & Analytics Dashboard.” https://data.ecosystemmarketplace.com/

31 FAO (2020), “Global Forest Resource Assessment.” https://fra-data.fao.org/

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O investimento sustentável (“IS”) e as abordagens de investimento que incorporam os objetivos socioambientais e de governança (“ASG”) podem incluir riscos adicionais. As estratégias de IS, incluindo SMAs ASG, fundos mútuos e ETFs, podem limitar os tipos e o número de oportunidades de investimento e, como resultado, podem ter um desempenho inferior a outras estratégias que não tenham foco sustentável ou ASG. Certas estratégias focadas em setores específicos podem estar mais concentradas em setores específicos que compartilham fatores comuns e podem estar sujeitas a riscos comerciais e encargos regulatórios semelhantes. Investir com base em critérios de sustentabilidade/ASG pode envolver análises qualitativas e subjetivas e não pode haver garantia de que a metodologia utilizada ou as determinações feitas pelo gestor de investimentos estejam alinhadas com as crenças ou valores do investidor. Os gestores de investimento podem ter diferentes abordagens de ASG ou investimento sustentável e podem oferecer estratégias que diferem das estratégias oferecidas por outros gestores de investimento em relação ao mesmo tema ou tópico. ASG ou investimento sustentável não é um conceito definido uniformemente e as pontuações ou classificações podem variar entre os provedores de dados que usam telas semelhantes ou diferentes com base em seu processo de avaliação das características ASG. Além disso, ao avaliar investimentos, um gestor de investimentos depende de informações e dados que podem estar incompletos, imprecisos ou indisponíveis, o que pode fazer com que o gestor avalie incorretamente o desempenho ASG/IS de um investimento.

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INFORMAÇÃO IMPORTANTE SOBRE SEUS INVESTIMENTOS E POTENCIAIS CONFLITOS DE INTERESSE

Os conflitos de interesse surgem quando a JPMorgan Chase Bank, N.A. ou alguma de suas coligadas (juntos, “J.P. Morgan”) têm um incentivo econômico ou de outra espécie, real ou percebido, na gestão dos portfólios de nossos clientes para agir de forma a beneficiar a J.P. Morgan. Os conflitos resultarão, por exemplo (desde que as seguintes atividades sejam permitidas na sua conta): (1) quando o J.P. Morgan investe em um produto de investimento, como um fundo mútuo, produto estruturado, conta gerida separadamente ou fundo hedge emitido ou gerido por JPMorgan Chase Bank, N.A. ou uma coligada, tal como a J.P. Morgan Investment Management Inc.; (2) quanto uma entidade do J.P. Morgan obtém serviços, incluindo a execução e compensação de transações, de uma coligada;(3) quando o J.P. Morgan recebe pagamento como resultado da compra de um produto de investimento para a conta de um cliente; ou (4) ou quando o J.P. Morgan recebe pagamento pela prestação de serviços (incluindo serviços a acionistas, registros e custódia) em relação a produtos de investimentos adquiridos para o portfólio de um cliente. Outros conflitos resultarão do relacionamento que o J.P. Morgan tem com outros clientes ou quando o J.P. Morgan age em nome próprio. 

As estratégias de investimentos são selecionadas tanto de gestores de ativos do J.P. Morgan e de terceiros, e estão sujeitas a processos de avaliação pelas nossas equipes de pesquisa gerenciais. Dessa gama de estratégias, nossas equipes de construção de portfólio selecionam aquelas estratégias que acreditamos serem adequadas aos seus objetivos de alocação de ativos e visões de futuro, de forma a atender o objetivo de investimento do portfólio.

 

De maneira geral, preferimos as estratégias geridas pelo J.P. Morgan. Esperamos que a proporção das estratégias geridas pelo J.P. Morgan seja alta (na verdade, até 100 por cento) em estratégias como, por exemplo, renda fixa de alta qualidade e à vista, sujeita à legislação aplicável e quaisquer considerações específicas de conta.

Apesar de nossas estratégias geridas internamente geralmente se alinharem bem com nossas visões de futuro, e estarmos familiarizados com os processos de investimento, assim como com a filosofia de risco e compliance da empresa, é importante notar que o J.P. Morgan recebe mais comissões gerais quando estratégias geridas internamente são incluídas. Oferecemos a opção de escolher excluir estratégias geridas pelo J.P. Morgan (que não os produtos de liquidez e à vista) em alguns portfólios.

Os Fundos Six Circles são fundos mútuos registrados nos EUA, gerenciados pelo J.P. Morgan e sub-assessorados por terceiros. Apesar de consideradas estratégias gerenciadas internamente, JPMC não retém uma taxa por gestão de fundos ou outros serviços de fundos.

PESSOA JURÍDICA, MARCA E INFORMAÇÕES REGULATÓRIAS

Nos Estados Unidos, contas de depósito bancário e serviços relacionados, tais como contas correntes, investimentos e empréstimos bancários, são oferecidos por JPMorgan Chase Bank, N.A. Associada à FDIC.

O JPMorgan Chase Bank, N.A. e suas coligadas (coletivamente “JPMCB”) oferecem produtos de investimento, que podem incluir contas de investimento geridas pelo banco e de custódia, como parte de seus produtos de trust e fiduciários. Outros produtos e serviços de investimento, tais como contas de consultoria e corretagem, são oferecidos através do J.P. Morgan Securities LLC (“JPMS”), associado da FINRA e SIPC. Anuidades estão disponíveis por meio da Chase Insurance Agency, Inc. (CIA), uma agência de seguros licenciada, operando como Chase Insurance Agency Services, Inc., na Flórida. JPMCB e JPMS são empresas coligadas sob o controle comum de JPMorgan Chase & Co. Os produtos não estão disponíveis em todos os estados.

Na Alemanha, este material é emitido por J.P. Morgan SE, com sede em Taunustor 1 (TaunusTurm), 60310 Frankfurt am Main, Alemanha, autorizado pelo Bundesanstalt für Finanzdienstleistungsaufsicht (BaFin) e supervisionado conjuntamente pelo BaFin, o Banco Central Alemão (Deutsche Bundesbank) e o Banco Central Europeu (BCE). No Luxemburgo, este material é emitido por J.P. Morgan SE – Sucursal de Luxemburgo, com sede no European Bank and Business Centre, 6 route de Treves, L-2633, Senningerberg, Luxemburgo, autorizado pelo Bundesanstalt für Finanzdienstleistungsaufsicht (BaFin) e supervisionado conjuntamente pelo BaFin, o Banco Central Alemão ( Deutsche Bundesbank) e o Banco Central Europeu (BCE);  J.P. Morgan SE – Sucursal de Luxemburgo também é supervisionada pela Commission de Surveillance du Secteur Financier (CSSF); registrado sob RCS Luxemburgo B255938. No Reino Unido, este material é emitido por J.P. Morgan SE – Sucursal de Londres, com sede em 25 Bank Street, Canary Wharf, London E14 5JP, autorizada pelo Bundesanstalt für Finanzdienstleistungsaufsicht (BaFin) e supervisionada conjuntamente pelo BaFin, o Banco Central Alemão (Deutsche Bundesbank) e o Banco Central Europeu ( BCE); J.P. Morgan SE – Sucursal de Londres também é supervisionada pela Financial Conduct Authority e pela Prudential Regulation Authority. Na Espanha, este material é distribuído por J.P. Morgan SE, Sucursal en España, com sede em Paseo de la Castellana, 31, 28046 Madrid, Espanha, autorizado pelo Bundesanstalt für Finanzdienstleistungsaufsicht (BaFin) e supervisionado conjuntamente pelo BaFin, o Banco Central Alemão (Deutsche Bundesbank) e o Banco Banco Central (BCE); J.P. Morgan SE, Sucursal en España também é supervisionado pela Comissão do Mercado de Valores da Espanha (CNMV); registrado no Banco da Espanha como sucursal do J.P. Morgan SE sob o código 1567. Na Itália, este material é distribuído pela J.P. Morgan SE – Sucursal de Milão, com sede na Via Cordusio, n.3, Milão 20123, Itália, autorizada pelo Bundesanstalt für Finanzdienstleistungsaufsicht (BaFin) e supervisionada conjuntamente pelo BaFin, o Banco Central Alemão (Deutsche Bundesbank) e o Banco Banco Central (BCE); J.P. Morgan SE – Sucursal de Milão também é supervisionada pelo Banco da Itália e pela Commissione Nazionale per le Società e la Borsa (CONSOB); registrado no Banco da Itália como uma sucursal do J.P. Morgan SE sob o código 8076; Número registrado da Câmara de Comércio de Milão: REA MI 2536325. Na Holanda, este material é distribuído por J.P. Morgan SE – Sucursal de Amsterdã, com sede no World Trade Center, Tower B, Strawinskylaan 1135, 1077 XX, Amsterdam, Holanda, autorizado pelo Bundesanstalt für Finanzdienstleistungsaufsicht (BaFin) e supervisionado conjuntamente pelo BaFin, o Banco Central Alemão (Deutsche Bundesbank) e o Banco Central Europeu (BCE); J.P. Morgan SE – Sucursal de Amsterdã também é supervisionada pelo De Nederlandsche Bank (DNB) e pela Autoriteit Financiële Markten (AFM) na Holanda. Registrada no Kamer van Koophandel como uma filial da J.P. Morgan SE sob o número de registro 72610220. Na Dinamarca, este material é distribuído por J.P. Morgan SE – Sucursal de Copenhagen, filial af J.P. Morgan SE, Tyskland, com sede em Kalvebod Brygge 39-41, 1560 København V, Dinamarca, autorizado pelo Bundesanstalt für Finanzdienstleistungsaufsicht (BaFin) e supervisionado conjuntamente pelo BaFin, o Banco Central Alemão (Deutsche Bundesbank) e o Banco Central Europeu (BCE); J.P. Morgan SE – Sucursal de Copenhagen, filial af J.P. Morgan SE, Tyskland também é supervisionada pela Finanstilsynet (FSA dinamarquesa) e está registrada na Finanstilsynet como uma filial do J.P. Morgan SE sob o código 29010. Na Suécia, este material é distribuído por J.P. Morgan SE – Stockholm Bankfilial, com sede em Hamngatan 15, Estocolmo, 11147, Suécia, autorizado pelo Bundesanstalt für Finanzdienstleistungsaufsicht (BaFin) e supervisionado conjuntamente pelo BaFin, o Banco Central Alemão (Deutsche Bundesbank) e o Banco Central Europeu (BCE) ); J.P. Morgan SE – Stockholm Bankfilial também é supervisionado pela Finansinspektionen (FSA sueca); registrado com Finansinspektionen como uma sucursal do J.P. Morgan SE. Na França, esse material é distribuído pelo JPMCB, sucursal de Paris, que é regulamentado pelas autoridades bancárias francesas Autorité de Contrôle Prudentiel et de Résolution e Autorité des Marchés Financiers. Na Suíça, este material é distribuído por J.P. Morgan (Suisse) SA, com sede na rue de la Confédération, 8, 1211, Genebra, Suíça, autorizada e supervisionada pela Autoridade Supervisora do Mercado Financeiro da Suíça (FINMA), como banco e corretor de valores mobiliários na Suíça. Por favor, consulte o seguinte link para obter informações sobre a política de proteção de dados do J.P. Morgan: https://www.jpmorgan.com/privacy.

Esta comunicação é um anúncio publicitário para os fins da Diretiva de Mercados de Instrumentos Financeiros (MIFID II) e da Lei de Serviços Financeiros da Suíça (FINSA) e. Os investidores não devem subscrever ou comprar quaisquer instrumentos financeiros referidos neste anúncio, exceto com base nas informações contidas em qualquer documentação legal aplicável, que está ou deverá ser disponibilizada nas jurisdições relevantes.

Em Hong Kong, este material é distribuído por JPMCB, filial Hong Kong. JPMCB, filial Hong Kong, é regulada pela Hong Kong Monetary Authority e pela Securities and Futures Commission of Hong Kong. Em Hong Kong, deixaremos de usar os seus dados pessoais para fins de marketing, sem custo, mediante a sua solicitação. Em Singapura, este material é distribuído por JPMCB, filial Singapura. O JPMCB, filial Singapura é regulado pela Monetary Authority of Singapore. Os serviços de corretagem e consultoria e serviços de gestão discricionária de investimentos são prestados por JPMCB, filial Hong Kong/Singapura (conforme informado a você). Os serviços bancários e de custódia são prestados a você por JPMCB, filial Singapura. O conteúdo deste documento não foi analisado por nenhuma autoridade regulatória em Hong Kong, Singapura ou quaisquer outras jurisdições. Sugere-se ter cautela em relação a este documento. Caso tenha alguma dúvida com relação ao conteúdo deste documento, você deve obter assessoria profissional independente. Para os materiais que constituem anúncios de produtos conforme as leis Securities and Futures Act e Financial Advisers Act, este anúncio não foi revisado pela Monetary Authority of Singapore. JPMorgan Chase Bank, N.A., uma associação bancária nacional, constituída mediante as leis dos Estados Unidos, sendo uma pessoa jurídica, a responsabilidade cível dos acionistas é limitada.

Em relação aos países da América Latina, a distribuição deste material pode estar restrita a algumas jurisdições. Podemos oferecer e/ou vender valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros que podem não estar registrados em, e que não estejam sujeitos a uma oferta pública mediante as leis ou outros instrumentos de regulamentação de valores mobiliários ou outras normas financeiras em seu país. Esses valores mobiliários ou instrumentos são oferecidos e/ou vendidos apenas de forma privada. Qualquer comunicação de nossa parte em relação a esses valores mobiliários ou instrumentos, incluindo, sem limitação, a entrega de prospectos, cartas de intenções ou outros documentos de ofertas, não constituindo de nossa parte uma oferta de venda ou solicitação de uma oferta de compra de quaisquer valores mobiliários ou instrumentos em qualquer jurisdição na qual essa oferta ou solicitação seja ilegal. Além disso, esses valores mobiliários ou instrumentos podem estar sujeitos a determinadas restrições regulamentares ou contratuais na transferência subsequente por você e você é o único responsável por verificar e cumprir essas restrições. Caso este conteúdo faça referência a um fundo, o fundo pode não ser oferecido publicamente em países da América Latina sem registro prévio dos títulos desse fundo em conformidade com as leis da jurisdição correspondente. É estritamente vedada a oferta pública de títulos, incluindo as ações do Fundo, sem registro prévio perante a CVM- Comissão de Valores Mobiliários do Brasil. Alguns produtos e serviços contidos nos materiais podem não ser oferecidos atualmente pelas plataformas brasileira e mexicana.

Na Austrália, J.P. Morgan Chase Bank, N.A. (JPMCBNA)(ABN 43 074 112 011/AFS Licença No: 238367) é regulado pela Australian Securities and Investment Commission e a Australian Prudential Regulation Authority. O material fornecido pelo JPMCBNA na Austrália é destinado apenas a "clientes institucionais". Para os fins deste parágrafo, o termo "cliente institucional" tem o significado dado na seção 761G da Corporations Act 2001 (Cth). Por favor, informe-nos caso não seja um "cliente institucional" atualmente ou caso deixe de sê-lo em algum momento no futuro.

JPMS é uma marca empresa estrangeira registrada (no exterior) (ARBN 109293610) constituída no estado de Delaware, EUA. Conforme as exigências de licenciamento de serviços financeiros da Austrália, para se prestar serviços financeiros na Austrália é necessário ter um provedor de serviços financeiros, como J.P. Morgan Securities LLC (JPMS) para se obter a devida licença (Australian Financial Services Licence - AFSL), a menos que haja alguma isenção aplicável. A JPMS é isenta da exigência de possuir uma AFSL pela lei Corporations Act 2001 (Cth) (Act) para os serviços financeiros que presta a você e é regulada pela SEC, FINRA e CFTC, sob a legislação dos EUA, que difere da legislação australiana. O material fornecido pela JPMS na Austrália é destinado apenas a "clientes institucionais". A informação fornecida neste material não pretende ser, e não deve ser, distribuída ou passada adiante, direta ou indiretamente, a qualquer outra classe de pessoas na Austrália. Para os fins deste parágrafo, o termo "cliente institucional" tem o significado dado na seção 761G da Lei. Por favor, informe-nos imediatamente caso não seja um "cliente institucional" atualmente ou caso deixe de sê-lo em algum momento no futuro.

Este material não foi criado especificamente para investidores australianos. Este material:

  • Pode conter referências a valores em dólar que não sejam dólares australianos;
  • Pode conter informações financeiras que não tenham sido elaboradas em conformidade com as práticas ou leis australianas;
  • Pode não endereçar os riscos associados a se investir em investimentos em moeda estrangeira; e
  • Não aborda questões tributárias da Austrália.

Referências a “J.P. Morgan” são ao JPM e subsidiárias e coligadas no mundo todo. “J.P. Morgan Private Bank” é o nome da marca dos negócios de private banking conduzidos pelo JPM.

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