Estratégia de investimento

O que são os mercados de carbono?

Feb 18, 2022

O desejo por um mundo com zero emissões líquidas levou à expansão do mercado global de carbono — uma importante área de investimento.

Dr. Sarah Kapnick, Sustainability Strategist, Senior Climate Scientist*

Este desejo por um mundo com zero emissões líquidas, em que os gases de efeito estufa emitidos são cancelados por aqueles removidos da atmosfera, levou a uma forte expansão do mercado global de carbono (simplificação de dióxido de carbono, ou CO2, mas que também pode incluir outros gases de efeito estufa). Tecnologias que reduzem a quantidade de carbono que uma empresa (ou um indivíduo) produz — sua “pegada” — geram unidades de valor chamadas de créditos de carbono. Um mercado de carbono possui sistemas para a certificação, o registro e a comercialização destes créditos.

Impulsionados por regulação e por pressão da sociedade, os créditos certificados de carbono se tornaram uma nova área de investimento para empresas e indivíduos, além de investidores que desejam ajudar a combater a mudança do clima e também buscam retorno de longo prazo. No entanto, o crescimento do mercado de carbono não tem sido equilibrado e varia bastante por país. Por exemplo, o México possui tanto um imposto de carbono como um sistema de comercialização. A Costa Rica seguiu um caminho diferente, expandindo as fontes de energia renovável e implementando regulamentação para o desmatamento.

As tecnologias de remoção de carbono incluem soluções baseadas na natureza e mecânicas. As duas abordagens geram créditos de carbono que podem ser mantidos, vendidos ou comprados em mercados organizados por aqueles que precisam de ajuda para compensar emissões de carbono que ocorrem em outro lugar. Muitos governos, empresas e indivíduos estão mais do que dispostos a comprar créditos de carbono.

A silvicultura é atualmente a solução mais utilizada para compensar emissões de carbono. As florestas sequestram carbono — as árvores retiram o CO2 da atmosfera e o combinam com nutrientes do solo e água para crescer. Este segmento continua sendo particularmente atraente por fazer a compensação por meio da remoção, principalmente porque alguns créditos por redução (ser pago para evitar uma atividade emissora de CO2) estão na berlinda. A silvicultura também oferece oportunidades ainda maiores para o stewardship.

As normas para o mercado de carbono ainda são novas e estão evoluindo. O que existe hoje pode não ser adequado no futuro.

A regulação do carbono e o desenvolvimento do mercado

A regulação do carbono para chegarmos a um mundo com zero emissões líquidas está sendo desenvolvida desde a década de 1990, quando o primeiro de uma série de relatórios internacionais já mostrava que era urgente atuarmos para revertermos a mudança do clima (Figura 1). Como cria um mecanismo de precificação, a regulação incentiva a redução de emissões, os créditos de carbono e o investimento em tecnologias para reduzir emissões.

Mas se por um lado as evidências científicas da mudança climática estão mais fortes, por outro a regulação não acompanhou o mesmo ritmo e se desenvolveu lentamente.

A cobertura regulatória vem crescendo em ritmo constante ano a ano desde o Acordo de Paris em 20151. O número de novas regulamentações do carbono (implementadas e programadas) deu um salto em 2021, pois os países queriam demonstrar liderança antes da Conferência da ONU sobre Mudança do Clima em Glasgow em novembro, quando os países negociaram medidas para combater a mudança do clima. As emissões de carbono estão agora sujeitas a regulação em todo o mundo.

A regulação do carbono cresce em ritmo constante, porém lento, ao longo do tempo

O gráfico mostra o crescimento das emissões globais cobertas por impostos de carbono ou sistemas de comércio de emissões entre 1990 e 2021.

Participação global na regulação do carbono: adoção é cada vez maior, mas não é equilibrada

O número de países que participam da regulamentação do mercado de carbono vem crescendo (Figura 2). Em 2021, o sistema de comercialização de emissões (SCE) da China já cobria a maior parte das emissões globais de gases de efeito estufa (GEE) (7%),2, seguido pelo SCE da União Europeia (UE) (3%) e pelo imposto de carbono do Japão (2%). Regulações, inclusive estas, não necessariamente cobrem todos os emissores de carbono; podem cobrir somente setores específicos e, portanto, têm potencial para crescer dentro de cada jurisdição. Por exemplo, o mercado regulado chinês cobre hoje o setor de energia, que representa 40% das emissões do país, mas o governo já indicou que pretende expandir para outros setores no futuro3.

A regulação global do carbono registra uma notável expansão

Fonte: World Bank Carbon Tracker; dados de 1 de abril de 2021. Inclui iniciativas programadas para implementação (formalmente adotadas por meio de legislação com data oficial para entrada em vigor) e “em análise” (o governo pretende implementar conforme anunciado e formalmente confirmado por fontes oficiais). GEE: gases de efeito estufa; SCE: sistema de comercialização de emissões.
Esses dois mapas mundiais, de 2010 e 2021, mostram o número crescente de países e regiões cobertos pela regulamentação de carbono, com a China como um novo participante importante.
Essa mistura de regulações resultou em uma grande variação no preço por tonelada de CO2 e equivalentes — tCO2e— ao redor do mundo (a tCO2e permite que todos os gases regulados sejam convertidos para a mesma unidade e precificados da mesma maneira) (Figura 2). O preço da tCO2e é determinado por um imposto de carbono ou varia em resposta a um mercado. Em alguns mercados, os preços variam por tipo de gás de efeito estufa, refletindo os diferentes custos para sua redução ou diferenças na data almejada para a descontinuação. O preço principal para o CO2e baseado em combustíveis fósseis é chamado de preço “tier 1”. Para se ter uma ideia, um americano médio emite mais de 15 tCO2e por ano; globalmente, a média é de cerca de 4,5 tCO2e por pessoa4.

O patchwork global de regulações gerou uma grande variação nos preços da tonelada de carbono ou seus equivalentes (tCO2e)

Este gráfico de bolhas mostra as maiores nações emissoras com esquemas ou impostos de comércio de carbono, ou seja, mecanismos de precificação. Os Estados Unidos, França e Canadá se destacam.

Informações mais recentes sobre precificação do carbono: governos e mercados, UE e EUA

Historicamente, a precificação do carbono é mais alta quando calculada pelos governos para o imposto de carbono do que quando determinada pelos mercados nos sistemas de comercialização de emissões. Se, em um futuro, os preços fossem restringidos por cotas menores de emissões permitidas (por governos que atuem de modo mais agressivo para atingir as metas de zero emissões líquidas), os preços nos SCE subiriam. Diferenças nos preços regionais do carbono, muitas vezes resultantes de normas mais flexíveis para emissões em alguns locais, fizeram com que a Comissão Europeia incluísse em seu plano Fit for 555 a proposta de um “mecanismo de ajuste de fronteira” (carbon border adjustment mechanism), muito parecido com um imposto, para evitar a fuga de carbono, ou seja, a transferência de atividades intensivas em carbono para jurisdições com regras mais flexíveis para emissões.

É importante notar que não há regulamentação federal sobre carbono nos EUA atualmente. Apesar de assinar o Acordo de Paris em 2015, os EUA começaram a se retirar em 2017 e abandonaram o Acordo formalmente em 4 de novembro de 2020. Durante este período, a regulação do carbono ficou estagnada. Os EUA voltaram a aderir ao Acordo formalmente em 19 de fevereiro de 2021, por meio de um decreto assinado pelo presidente Joe Biden.

Embora não haja um preço do carbono que sirva como base para a regulamentação nos EUA, existe um framework de precificação para auxiliar nas decisões políticas. No início de 2021, o governo Biden revisou o custo federal social do carbono, um valor por tCO2e que orienta as análises federais de custo-benefício das emissões de gases de efeito estufa, para fundamentar a criação de um imposto de carbono ou um teto de emissões de carbono para os SCE.6 A estimativa foi fixada temporariamente em US$ 51 por tCO2e — preço que prevaleceu durante o governo Obama7 No governo Trump, o preço do carbono chegou a US$ 1 por tCO2e. Um grupo de trabalho interagências está agora revisando os últimos dados científicos e econômicos para formular uma nova estimativa, que deve ser apresentada no início de 2022.8 Especula-se que o preço pode ser estabelecido em mais de US$ 125 por tCO2e.9 O Reino Unido atualizou suas diretrizes regulatórias de precificação em setembro de 2021, com os valores variando este ano entre £122 e £367 por tCO2e.10

Duas tecnologias de remoção de CO2

Para que o carbono e os créditos de carbono sejam negociados nos mercados organizados que a precificação do carbono fomenta e continuará a fomentar, as tecnologias de remoção de carbono são fundamentais. Estas tecnologias incluem:

  • Soluções baseadas na natureza para o manejo de ecossistemas como florestas, manguezais, florestas de algas marinhas e alguns tipos de solo que naturalmente sequestram CO2.
  • Remoção mecânica de CO2 do ar ou do oceano com tecnologias de captura direta por máquinas que extraem o CO2 da atmosfera para a criação de outros materiais à base de carbono, como plásticos, ou para “prender” o CO2 em produtos como cimento ou em rochas subterrâneas, por exemplo.

Os projetos que utilizam estas tecnologias para remover ou reduzir a pegada de carbono podem ser certificados para gerar créditos de carbono. Empresas e pessoas físicas podem comprar créditos certificados de carbono para reduzir sua contagem geral de emissões. Investir nesses tipos de projetos ambientais ou tecnologias é uma forma de ajudar a propiciar soluções para a mudança climática e também de apostar em seu potencial de longo prazo.

Mercados de carbono: a chave para a validação e certificação de créditos

Os mercados de carbono ajudam na validação, certificação e no rastreio de projetos de compensação de emissão de carbono para evitar a dupla contagem. Há dois tipos de mercado: o regulado e o voluntário. Os mercados regulados são aqueles utilizados por entidades que são obrigadas por lei a prestar contas de suas emissões de carbono. Já os mercados voluntários se organizaram nos últimos 20 anos para atender à demanda emergente por créditos de carbono e por gestão do carbono em geral nos locais onde o interesse cresceu mais rapidamente do que a regulação.11

Os mercados de carbono variam em especialização e em presença regional

Fonte: Vários mercados; dados de 11 de agosto de 2021 (Clean Development Mechanism, dados de 2 de julho de 2021). O total de créditos registrados é equivalente aos créditos anuais estimados (Verra), ao total de créditos já emitidos (ARB, American Carbon Registry, Gold Standard, Climate Action Reserve) e ao total de créditos de carbono já retirados de circulação ((carbon)plan e Clean Development Mechanism). Os créditos ARB também são registrados no American Carbon Registry, no Climate Action Reserve e no Verra. UNFCCC: Convenção-Quadro das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas.
A tabela lista as características de uma variedade de registros de carbono, desde o American Carbon Registry até Gold Standard e Verra.

Tipos de créditos de carbono

Os dois principais tipos de crédito são:

  • Os créditos por redução, gerados por atividades que reduzem futuras emissões por meio da prevenção — por exemplo, a construção de um parque eólico ao invés de uma nova usina de energia a gás natural.
  • Os créditos por remoção, relacionados à extração do carbono da atmosfera ou do oceano por meios naturais — como uma floresta — ou por remoção mecânica.

Os créditos por redução estão na berlinda, principalmente neste momento em que a energia de fontes renováveis se torna mais competitiva em termos de custo em comparação com os combustíveis fósseis. A evolução da regulação do carbono e nas normas de certificação pode resultar em exigências mais rígidas para os créditos, em especial com relação à certificação da entrega do crédito de carbono e à comprovação de que os projetos não resultam em fuga. Em última instância, os mercados de carbono se desenvolvem com a finalidade de gerar incentivos para a redução de emissões.

A silvicultura representa a maior parte dos créditos por remoção e dos créditos totais, por tCO2e, em todos os mercados. Em 2021, a silvicultura representou 40% de todos os créditos registrados — tanto entre os disponíveis no mercado (chamados de projetos “emitidos”) como entre os já adquiridos (chamados de projetos “retirados de circulação”). Os mercados dos Estados Unidos têm posições importantes em silvicultura. Por exemplo, no Climate Action Reserve, um grande mercado dos Estados Unidos, as florestas responderam por mais de 80% dos créditos em 2019. As normas e os projetos também estão evoluindo para outros créditos por remoção baseados na natureza, incluindo manguezais, florestas de algas marinhas e alguns tipos de solo, pois as primeiras normas nem sempre resultavam em uma remoção consistente de carbono.12

As tecnologias para a remoção direta de carbono do ar ou dos oceanos ainda estão nos estágios iniciais de desenvolvimento. As principais barreiras para a adoção destas tecnologias estão relacionadas à sua demanda por materiais e energia,13 além dos custos (a estimativa mais baixa varia de US$ 250 a US$ 600 por tCO2e), que são muito superiores ao preço atual do carbono nos mercados regulados ou voluntários (Figura 3).14 A maior instalação, inaugurada recentemente em condições ideais na Islândia, levou 18 meses para ser construída e removerá, por ano, o equivalente a apenas 860 carros americanos movidos a gasolina.15,16

A transição já começou

Zerar a maior parte das emissões — por meio da substituição de combustíveis fósseis por tecnologia de energia limpa, do aprimoramento da eficiência energética e da redução de outras fontes de emissões — não será suficiente para deter e reverter as mudanças climáticas.17 Para manter a tendência de aquecimento global abaixo de 2ºC, limite estabelecido pelo Acordo de Paris de 201518 e recomendado por cientistas para evitar grandes danos climáticos no futuro, tecnologias de remoção de CO2, tanto baseadas na natureza quanto mecânicas, serão necessárias. Para alcançar emissões líquidas negativas até 2050, no entanto, será preciso remover carbono (juntamente com outras estratégias).

*Dra. Sarah Kapnick é ex-Managing Director, cientista climática sênior e estrategista de sustentabilidade da área de gestão de ativos e patrimônio (Asset and Wealth Management). Após seu tempo no J.P. Morgan, ela se juntou à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) como cientista-chefe.

1 O Acordo de Paris é um tratado internacional sobre mudanças climáticas. Juridicamente vinculativo, foi adotado por 196 países na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas 21 (COP21), realizada em Paris em 2015. Seu objetivo é manter o aquecimento global abaixo de 2ºC Celsius (C), e preferencialmente abaixo de 1,5ºC, em relação às temperaturas pré-industriais (antes de 1860).

2 Ao longo da última década, o sistema de comércio de emissões da China foi desenvolvido nos níveis provincial e municipal e recentemente foi implementado em nível nacional.

3 Rastreador de Carbono do Banco Mundial, Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Dados de 1 de abril e 9 de agosto de 2021, respectivamente.

4 Emissões de CO2 (toneladas per capita), Banco Mundial.

5 Consulte a referência 2. Em inglês, esse plano é conhecido como “Fit for 55”.

6 Esse valor quantifica o custo de danos adicionais causados por CO2 e emissões equivalentes, incluindo: efeitos à saúde, perda de vidas, danos à propriedade, redução da produtividade agrícola e danos aos ecossistemas.

7 “De volta à ciência: estimativas baseadas em evidências dos benefícios da redução da poluição climática”, Blog da Casa Branca, 26 de fevereiro de 2021.

8 “Documento de Suporte Técnico: Custo Social de Carbono, Metano e Óxido Nitroso: Estimativas Provisórias sob a Ordem Executiva 13990”, Grupo de Trabalho Interinstitucional sobre o Custo Social dos Gases de Efeito Estufa, USG, fevereiro de 2021.

9 Paul Voosen, “Trump minimizou os custos da poluição por carbono. Isso está prestes a mudar”, Ciência 371, nº. 6528, 29 de janeiro de 2021.

10 “Valuation of Greenhouse Gas Emissions for Policy Assessment and Evaluation”, Departamento de Negócios, Energia e Estratégia Industrial do Reino Unido, 2 de setembro de 2021.

11 A Chicago Climate Exchange foi um sistema de comércio de gases de efeito estufa voluntário e juridicamente vinculativo que operou de 2003 a 2010 e cobriu seis fontes de emissões de gases de efeito estufa e projetos de compensação. Fechou por inatividade e falta de desenvolvimento regulatório.

12 Jane Zelikova, Freya Chay, Jeremy Freeman et al., “A Buyer's Guide to Soil Carbon Offsets”, Plan (Carbon), 15 de julho de 2021.

13 Sudipta Chatterjee e Huang Kuo-Wei, “Requisitos irreais de material e energia para captura direta de ar em caminhos de mitigação profundos”, Nature Communications 11, no. 1, 3 de julho de 2020.

14 Katie Lebling, Noah McQueen, Max Pisciotta et al., "Direct Air Capture: Resource and Cost Considerations for Carbon Removal", World Resources Institute, 6 de janeiro de 2021.

15 Em 8 de setembro de 2021, a Climeworks anunciou que havia iniciado a construção de sua primeira grande instalação de captura direta de carbono no ar na Islândia. O local foi escolhido tanto por sua abundância de energia geotérmica barata e renovável para operar a usina, quanto por sua geologia, no subsolo, ideal para converter e armazenar CO2 na forma de rocha.

16 Usando estimativas de 2020 da Agência de Proteção Ambiental dos EUA e da Administração Federal de Rodovias. Consulte “Calculadora de Equivalência de Gases de Efeito Estufa: Cálculos e Referências”, Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).

17 As simulações climáticas do sexto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) usaram modelos com cinco métodos principais para reduzir as emissões globais a zero líquido/negativo: 1) Reduzir o uso de combustíveis fósseis, 2) Reduzir a demanda de energia, 3 ) Use soluções baseadas na natureza, 4) Reduza as emissões de gases de efeito estufa além do CO2 e 5) Remoção mecânica de ar. Jordan Wilkerson: “Metade dos cenários do IPCC para limitar o aquecimento não funcionam”, Eos 102, 7 de julho de 2021.

18 Consulte a referência 1.

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